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A Palavra
de Deus
Parte do texto retirado do blog http://mensagensepregacoes.blogspot.com/2006_02_01_archive.html
INTRODUÇÃO

Então, se virou o SENHOR para ele e disse: Vai nessa tua força e livra
Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu? (Juízes 6:14
RA)
Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a
vida de um homem chamado Gideão. Ele foi um pequeno agricultor que viveu em
uma época muito difícil, mais de 1200 anos antes de Cristo. Gideão tinha uma
plantação de trigo que servia para sua subsistência e também cultivava uvas.
Ele fazia parte de uma nação conhecida ainda hoje como Israel. Foi ele quem
ouviu essa frase: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas;
porventura, não te enviei eu? Quem eram os midianitas? Por que Gideão
deveria livrar Israel? Que força era essa, que ele possuía? Hoje, conhecendo
um pouco da história desse homem, vamos descobrir que a força de Gideão está
à disposição de qualquer um que deseje usá-la. Essa é a força que transforma
pessoas simples, medrosas e inseguras em verdadeiros heróis.
Uma panorâmica a jato
A Bíblia é a auto-revelação de Deus. Através dela, Deus revela sua
intervenção pessoal na história da humanidade. Falando de outra maneira,
Deus inspirou homens e mulheres a escreverem histórias que revelam o Seu
caráter, deixando assim registrado para a humanidade quem Ele é.
A Bíblia está dividida em duas grandes partes que nós conhecemos por Antigo
e Novo Testamento. O Novo Testamento fala do ministério de Jesus, sua vida,
morte e ressurreição; Fala também dos desdobramentos que se seguiram, como o
surgimento e a expansão da Igreja. Já o antigo testamento é uma coleção de
registros sobre o povo de Israel e sobre relacionamento de Deus com esse
povo. Gideão, sobre quem vamos falar, fazia parte do povo de Israel.
A história desse povo começa com um homem chamado de Abraão. Abraão vivia em
uma cidade conhecida como Ur dos caldeus. Era uma região em que as pessoas
faziam para si esculturas e as adoravam como divindades. Deus desafiou
Abraão a sair daquela região e a começar algo diferente. Deus queria formar
um povo especial a partir de Abraão e prometeu que da descendência dele
nasceria uma grande nação. Esse povo seria especial por ter sido escolhido
por Deus e sua diferença seria um relacionamento direto com Ele. Abraão
aceitou o convite e confiou em Deus. Por causa disso é conhecido com o Pai
da fé.
Abraão teve um filho chamado Isac, que nasceu quando Abraão tinha 100 anos e
Sara, a esposa de Abraão, tinha 90. O nascimento daquele menino do ventre de
uma anciã de 90 anos foi a forma que Deus usou para dizer que não falharia
com a sua promessa. Isac casou-se com Rebeca, uma jovem muito bonita, e eles
tiveram gêmeos: Esaú, o mais velho, e Jacó, o mais novo. Naquela época o
filho mais velho tinha muitos privilégios em relação aos outros, inclusive
herança dobrada em relação aos demais irmãos. Mas Deus quebrou a ordem dos
costumes e disse que nação que ele prometera a Abraão viria do mais novo, de
Jacó, não do mais velho.
Jacó poderia ter sido brasileiro, se o Brasil existisse naquela época. Ele
sempre dava um jeitinho nas coisas. Ele negociou com o Esaú, seu irmão, e
tirou dele os direitos do primogênito; Ele fez uma sociedade com o sogro,
Labão, e se deu tão bem nos negócios que se tornou mais rico do que ele. Até
com Deus ele quis negociar. Mas Deus não negocia com ninguém. Por isso, Deus
foi ao encontro de Jacó e o confrontou em um vale chamado de Jaboque. Lá,
Jacó, que significa enganador, teve seu nome mudado para Israel, que
significa príncipe. Jacó, ou Israel, casou-se com Raquel e teve 12 filhos.
Um dos filhos de Jacó chamava-se José. Ele foi vendido como um escravo pelos
outros irmãos, que tinham inveja dos privilégios que ele tinha em casa. Com
isso, José foi parar no Egito. Depois de injustiçado e preso, Ele elaborou e
executou um plano para enfrentar uma grande seca. Com o sucesso do plano ele
ganhou muito prestígio e levou toda a sua família para morar no Egito,
salvando a todos da morte.
Durante 400 anos, os descentes de Abrão, Isac e Jacó, permaneceram no Egito.
Eles cresceram tanto em número que os governantes do Egito começaram a ficar
preocupados com a possibilidade de uma revolta dentro do seu país e
impuseram uma carga de trabalho muito grande aos israelitas. O povo de
Israel, também conhecidos como Hebreus, estava sendo muito oprimido. Os
governantes do Egito chegaram a fazer uma lei que obrigava as parteiras a
matarem os meninos que as mulheres israelitas dessem à luz. Um dos meninos
que se salvou nessa época foi Moisés. Em vez de ser morto, ele foi criado
pela filha do faraó.
Ao se tornar adulto, Moisés foi o líder que Deus usou para libertar o povo
de Israel da escravidão que eles viviam no Egito. Quando Deus chamou Moisés
para essa missão, Ele lembrou a promessa que havia feito a Abraão, de fazer
uma grande nação da descendência dele, e orientou Moisés para que levasse
todo aquele povo para a terra prometida. Ao chegar naquele lugar, o povo
ficou com medo de entrar na terra porque já havia outros povos morando lá.
Deus, então, conduziu Moisés por 40 anos no deserto até que nascesse uma
nova geração capaz de confiar na promessa.
O sucessor de Moisés foi Josué. Ele ela um general de guerra. Depois da
morte de Moisés, Josué desafiou o povo a entrar na terra prometida e
conquistar o espaço que Deus já havia dado. As conquistas de Josué começaram
com uma cidade chamada Jericó. Ele ocupou quase toda a área que Deus havia
prometido e o povo de Israel se instalou em uma região conhecida como Canaã.
Mas alguns dos povos que viviam naquela região não foram expulsos nem
conquistados no tempo de Josué. Entre esses povos havia os Midianitas.
Depois que Josué morreu, o povo de Israel se acomodou na nova terra e se
esqueceu de tudo o que Deus havia feito. Eles se associaram aos povos que
não havia sido expulsos, abandonaram o culto a Deus e passaram a adorar os
deuses daqueles povos. Todas as vezes que abandonavam ao Senhor, eles eram
dominados e oprimidos por alguma das nações que já moravam naquela região.
Era essa a situação nos dias de Gideão.
Gideão viveu dias muito difíceis. No começo do capítulo 6 de Juízes, vemos
que os midianitas e amalequitas tinham uma estratégia terrível. Eles
esperavam que Israel fizesse todos os procedimentos do plantio, deixavam que
a plantação crescesse um pouco, deixavam que os animais se multiplicassem e
depois faziam uma espécie de arrastão, e destruíam tudo que Israel havia
feito.
(3) Porque, cada vez
que Israel semeava, os midianitas e os amalequitas, como também os povos
do Oriente, subiam contra ele. (4) E contra ele se acampavam, destruindo
os produtos da terra até à vizinhança de Gaza, e não deixavam em Israel
sustento algum, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos. (5) Pois subiam com
os seus gados e tendas e vinham como gafanhotos, em tanta multidão, que
não se podiam contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na
terra para a destruir. (Juízes 6:3 -5 RA)
GIDEÃO E O
LAGAR
Gideão era um pequeno agricultor e estava trabalhando na colheita do trigo
quando ele ouviu: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas;
porventura, não te enviei eu? Malhar o trigo era o processo de tirar o grão
de trigo da casca. Agricultores como Gideão faziam isso de três maneiras:
batiam na palha com um bastão, usavam os animais para pisarem o trigo ou
passavam uma espécie de trenó sobre o cereal. Tudo isso era feito em campo
aberto.
Mas Gideão estava malhando o trigo no lagar. O lagar era um tanque de pedra,
feito no chão, que era usado para pisar as uvas e fazer vinho. Mas porque
Gideão estava debulhando trigo no lugar de fazer vinho? É que o lagar era
como se fosse uma piscina funda, assim ele estava escondido das vistas dos
midianitas. Pode-se ver que Gideão era inteligente, mas estava com muito
medo de ver a sua colheita mais uma vez destruída. Por isso, ele foi malhar
o trigo no lagar.
A família de Gideão era pequena e não era rica. Ele mesmo era apenas um
agricultor que plantava pra comer e estava com muito medo de ser saqueado
por mais um arrastão dos midianitas, mas o Anjo do Senhor ao saudá-lo o
chamou de homem valente e disse que ele livraria Israel dos Midianitas se
fosse nessa força que ele tinha. Mas que força poderia ter Gideão? Ele não
parecia forte. Ele até reclamou quando o Anjo do Senhor o saudou dizendo que
o Senhor era com ele...
Respondeu-lhe Gideão:
Ai, senhor meu! Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?
E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram,
dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém, agora, o SENHOR nos
desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas. (Juízes 6:13 RA)
Gideão se via como alguém
totalmente desprovido de condições para fazer qualquer coisa quanto à
opressão dos Midianitas. Ele não tinha um exército a sua disposição, não
tinha armas apropriadas para se defender, e sua família era pequena e pobre.
E ele lhe disse: Ai,
Senhor meu! Com que livrarei Israel? Eis que a minha família é a mais
pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai. (Juízes 6:15 RA)
Muitas vezes é assim que nos
sentimos. Nossa vida é uma desgraça, somos os mais fracos, os mais pobres...
O menor entre os menores. E ainda por cima vêm os midianitas, fazem um
arrastão e levam tudo que construímos. Aí dizemos como Gideão... Se o SENHOR
é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? Não fique triste! Hoje a Palavra
do Senhor vem lhe dizer: O Senhor é contigo, homem valente! O Senhor é
contigo, mulher valente!
leia mais....
texto retirado http://mensagensepregacoes.blogspot.com/
O
capítulo 8 do Evangelho de João narra que Jesus foi para o monte das
Oliveiras, e, pela manhã cedo, voltou para o templo, e todo o povo vinha
ter com Ele, e, assentando-se, os ensinava.
E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher
apanhada em adultério. E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre,
esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na lei,
nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que
dizes?
Isso diziam eles, tentando-o, para que tivessem de
que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na
terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se e
disse-lhes:
Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro
que atire pedra contra ela.
Quando ouviram isso, saíram um a um, a começar pelos
mais velhos até aos últimos; ficaram sós Jesus e a mulher, que
estava no meio. E, endireitando-se Jesus e não vendo ninguém mais do
que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão àqueles teus
acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém,
Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te
condeno;
vai-te e não peques mais.
É majestosa a mensagem do Senhor Jesus. Considerem
que os escribas e fariseus o abordaram com presunção, amparados pela
Lei do Antigo Testamento tentando deixá-lo em situação embaraçosa.
E, Jesus nascido sob a Lei, com o compromisso de cumprir a Lei
(Gálatas 4.4) não poderia confrontar nem tão pouco se conformar com
a Lei, porque Jesus é essência do amor.
Porem, revestido de autoridade e sabedoria do ALTO,
o Senhor os surpreendeu, e mandou que
atirasse a primeira pedra contra a mulher, aquele que estivesse
isento de pecado.
É importante observar nas sábias palavras de Jesus, o
qual mandou que a apedrejasse, mas
aquele que não tivesse pecado.
Aquele que fosse íntegro, puro, santificado, e, não somente os que
não possuíssem o pecado de adultério.
Os escribas e fariseus, religiosos, intransigentes
cumpridores da Lei e representavam a sua integridade, e, poderia ser
que não estivessem comprometidos com o pecado de adultério, no
entanto, estavam sobrecarregados de outros pecados, porque a palavra
diz que aquele que disser que não tem pecado é mentiroso. Por isso
saíram um a um e deixaram a mulher só, diante do Mestre. Jesus, o
único que não conheceu pecado, não apedrejou a pecadora, mas
perdoou-a, porque Ele não veio para julgar o mundo, mas veio trazer
o arrependimento ao pecador.
Agora vamos trazer a palavra do Senhor Jesus para
nós, que muitas vezes julgamos atos pecaminosos do irmão, por ter
praticado pecado que não praticamos, no entanto, estamos
contaminados por outros pecados.
E o Senhor Jesus nos admoesta dizendo:
Não julgueis, para que não sejais julgados, porque
com o juízo com que julgardes sereis julgados.
Outro detalhe interessante nesta passagem bíblica é
imaginar um quadro de terror, transformado em bonança pela magnífica
presença do Senhor Jesus. A mulher que seria apedrejada até a morte,
alcançou misericórdia pelo seu arrependimento, e os seus executores
que interpelaram a Jesus com arrogância, retornaram cabisbaixos,
envergonhados, porque julgavam-se justos, mas Jesus disse que não
veio para os justos, mas veio buscar e salvar aquele que estava
perdido. Porque Jesus é a paz, a plenitude, a reconciliação, e em
nenhum outro há salvação.
É confortável dizermos que já estamos salvos depois
que recebemos o Senhor Jesus como nosso salvador, e sair por aí
julgando o pecado do próximo, mas precisamos ter cuidado com isso,
porque o Apóstolo Paulo, homem escolhido para o ministério e ungido
por Deus, nos deixou o exemplo de sabedoria e humildade, dizendo:
A mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou
por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero
justificado, pois quem me julga é o Senhor.
Portanto, nada julgueis, até que o Senhor venha, o
qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará
os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o
louvor.
E a palavra do Senhor ainda exorta e relata: És
indesculpável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te
condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que
julgas, fazes o mesmo. E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo
a verdade sobre os que tais coisas fazem.
Quem és tu que julgas o servo alheio? Mas tu, por
que julgas teu irmão? Porque desprezas teu irmão? Pois todos havemos
de comparecer ante o tribunal de Cristo. De maneira que cada um de
nós dará conta de si mesmo a Deus. Assim que não nos julguemos mais
uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou
escândalo ao irmão.
E não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um
irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu
julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um
Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem
és, que julgas a outrem? (Tiago 4.11-12).
É indispensável relembrarmos a palavra do Senhor
Jesus, o qual perdoou a mulher pecadora, mas recomendou:
vai-te e não peques mais.
A advertência do Senhor não deixa dúvida, a condição
para herdarmos a eternidade é o arrependimento, a conversão, o
nascer de novo, ser uma nova criatura lavada e reconciliada pelo seu
sangue, e não voltar a prática do pecado, porque, se pecarmos
voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da
verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados.
Assim disse o Senhor: O justo viverá pela fé; mas,
se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Porque nós,
porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas
daqueles que crêem para a conservação da alma (Hebreus 10.26, 38,
39).
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Jesus
censura os escribas e fariseus, e todos que não
refreiam a língua do mal (Mateus 12.35-37), e os
adverte: O homem bom tira boas coisas do seu bom
tesouro, mas o homem mau do mau tesouro tira más
coisas. Porque o que há de abundância no coração,
disso se fala, mas eu vos digo, que
toda palavra ociosa que os homens disserem hão de
dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras
serás justificado, por tuas palavras serás
condenado.
E no capítulo 15 do livro de Mateus a
palavra relata que uns escribas e fariseus
perguntaram a Jesus porque os seus apóstolos comiam
sem lavar as mãos, transgredindo a doutrina dos
anciãos.
Respondeu-lhes o Mestre:
O que contamina o homem não é o que entra na boca,
mas o que sai da boca, isso é o que contamina o
homem. O que sai da boca procede do coração; porque
do coração procede aos maus pensamentos, mortes,
adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos
e blasfêmias. Mas comer sem lavar as mãos não
contamina o homem.
Porque Jesus afirma que comer sem
lavar as mãos não contamina? Porque na primeira
carta a Timóteo 4.4,5 a palavra assegura que todo
alimento sendo recebido com ações de graças, pela
palavra de Deus e pela oração, é santificado.
E em Marcos 16.17,18, disse Jesus:
Estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome,
expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão
nas serpentes; e,
se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará
dano algum. Portanto amados, não há o que temer, mas
vigiar a língua e crer somente nas promessas do
Senhor Jesus.
Jesus disse: Conhecereis a verdade, e
a verdade vos libertará, e não acolhe qualquer
expressão que venha a fugir da verdade que Ele
ensinou, porque advertiu, seja o vosso dizer sim,
sim, não, não, o que passar disso, é de procedência
maligna. Porque o diabo é o pai da mentira e nunca
se firmou na verdade, e todos que praticam a mentira
são filhos do diabo e quereis satisfazer o desejo do
vosso pai, porque não conseguem entender a linguagem
do Senhor Jesus.
E a palavra aos Efésios 4.14, nos
exorta para que não sejamos mais meninos
inconstantes, levados em roda por todo vento de
doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia,
enganam dolosamente.
E não convém ao crente, guardar no
coração tudo ouvir, sem antes buscar a confirmação
na palavra da verdade, para que não seja abatidos e
sucumbidos pelo engano de homens corruptos, observem
a palavra na segunda carta a Timóteo 3.1-7,
referindo-se aos pegadores fraudulentos: Nos últimos
dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá
homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos,
soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães,
ingratos, profanos, sem afeto natural,
irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes,
cruéis, sem amor para com os bons, traidores,
obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do
que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas
negando a eficácia dela. Destes afasta-te, porque
nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.
A palavra de Deus num todo, alerta
sobre o perigo da contaminação pela língua, e na
carta de Tiago 3.5-12, descreve sobre a ameaça que a
língua pode causar, dizendo:
A língua é um pequeno membro e
gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque
um pequeno fogo incendeia. A língua também é um
fogo, como mundo de iniqüidade, a língua está posta
entre os nossos membros, e contamina todo corpo, e
inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo
inferno.
Porque toda natureza tanto de bestas
feras como de aves, repteis, animais do mar, se
amansa e foi domada pela natureza humana, mas nenhum
homem pode domar a língua. É um mal que não se pode
refrear, está cheia de peçonha mortal.
Com ela bendizemos a Deus e Pai, e
com ela amaldiçoamos os homens, feitos a semelhança
de Deus. De uma mesma boca procede à benção e
maldição.
Meu irmão não convém que isso se faça
assim. Por ventura deita alguma fonte de um mesmo
manancial de água doce e água amarga? Pode também a
figueira produzir azeitonas, ou a videira figos?
Assim, tão pouco pode uma fonte dar água salgada e
doce.
Se alguém cuida ser religioso e não
refreia a sua língua, antes engana o seu coração e a
religião desses é vã (1.26).
Evangelho de Mateus 1.18-21, conta
que estando Maria desposada com José, antes de se
ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo;
então José, seu marido, como era justo, e não queria
difamá-la, intentou deixá-la secretamente.
E projetando ele isto, eis que lhe
apareceu em sonho um anjo do Senhor dizendo: José,
não temas receber sua mulher, porque o que nela está
é gerado do Espírito Santo; e dará a luz um filho e
chamarás o seu nome Jesus, porque Ele salvará o seu
povo de seus pecados.
Observem a sabedoria de um servo
temente a Deus, José, descente de Davi, homem justo,
e notando ele que a sua mulher estava grávida mesmo
antes de ajuntar-se, projetou em seu coração
separar-se dela secretamente, sem fazer qualquer
comentário difamatório a respeito de sua reputação.
José era um servo autêntico, e pelo
seu temor a Deus, pela sua obediência e sabedoria
espiritual, porque a palavra diz que o temor do
Senhor é o princípio da sabedoria (Salmo 111.10), e
com os humildes está a sabedoria (Provérbios 11.2),
não manifestou a sua insatisfação diante da situação
embaraçosa que se encontrava. A lei de Moisés previa
apedrejamento para o adultério, imaginem então, se
José deixasse vazar a misteriosa gravidez de Maria
antes que se ajuntassem, sem conhecer os planos do
Senhor?
Por isso irmão não nos convém acusar,
difamar, ou julgar quem quer que seja, seja lá qual
for à situação. No livro de Lucas 6.37, disse Jesus:
Não julgueis e não sereis julgados, não condeneis e
não sereis condenados.
Existem muitos falsificadores da
palavra anunciam que Ananias e sua mulher Safira
morreram porque retiveram a parte designada para o
dízimo (Atos 5). É conveniente lembrar que em nenhum
momento se pronunciou dízimo ou oferta neste texto,
na ocasião, os irmãos se convertiam pela pregação
dos Apóstolos, e vendiam as suas herdades e
repartiam entre os necessitados.
Porém, sem qualquer prescrição por
parte dos Apóstolos, tudo se realizava por amor e
obediência aos mandamentos do Senhor, em caráter
espontâneo. E, Ananias e Safira permitiram que
satanás enchesse seus corações, e pela vaidade,
queriam transparecer um perfil caridoso aos olhos da
comunidade, mas o íntimo estava corrompido pela
avareza, voltado apenas para as coisas do presente
século.
A Palavra do Senhor afirma que ambos morreram porque
mentiram ao Espírito Santo de Deus, e a
língua os contaminou. Assim também, os pregadores
corruptos que usam como argumento a mentira,
certamente, também morrerão pela avareza e
adulteração aos mandamentos de Deus, porque os
mentirosos não herdarão o Reino de Deus (Apocalipse
22.15). Leia o Estudo completo:
Ananias e Safira porque morreram?.
Salmo 34.13: Guarda a tua língua do
mal, e os teus lábios de falarem enganosamente, no
que foi confirmado na primeira carta de Pedro 3.10,
onde diz: Quem quer amar a vida e ver os dias bons,
refreie a sua língua do mal e os seus lábios não
falem engano.
E em Tiago 4.11, 12, a palavra
recomenda o zelo para não pecar com a língua, e
alerta: Não faleis mal uns dos outros, porque quem
fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal
da Lei, e julgas a Lei, e se tu julgas a Lei, já não
és observador da Lei, mas juiz. Há um só legislador
e um juiz que pode salvar e destruir. Tu porém, quem
és, que julgas a outrem?
Em Provérbios 12.18, diz: Há Alguns,
cujas palavras são como ponta de espada, mas a
língua do sábio é saúde.
E no
capítulo 15 do livro dos Salmos, a palavra do Senhor
Deus relata que herdarão a vida eterna aqueles que
andam em sinceridade, que praticam a justiça, e
falam a verdade, segundo o seu coração; aqueles
que
não difamam com a sua língua, nem
fazem mal ao seu próximo e honram os que temem ao
Senhor. Aqueles que não emprestam o seu dinheiro
com avareza (juros exorbitantes), e não aceitam
suborno. Quem faz isto, nunca será abalado.
texto
retirado do site
www.cristoeaverdade.net
|
A
Origem da Páscoa

A
instituição da primeira páscoa deu-se por ordenança do Senhor ao
povo judeu, na noite em que Senhor Deus, com mão forte, libertou
o povo de Israel da escravidão do Faraó do Egito. E ordenou o
Senhor Deus a Moisés e Arão na terra do Egito, e lhes disse:
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo:
Aos
dez deste mês, tome cada um para si um cordeiro, segundo as
casas dos pais, um cordeiro para cada casa. Mas, se a família
for pequena para um cordeiro, então, tome um só com seu vizinho
perto de sua casa, conforme o número das almas; conforme o comer
de cada um, fareis a conta para o cordeiro.
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano,
o qual tomareis das ovelhas ou das cabras; e o guardareis
até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da
congregação de Israel o sacrificará à tarde.
E tomarão do sangue e pô-lo-ão em ambas as ombreiras
e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela
noite comerão a carne assada no fogo, com pães asmos; com
ervas amargosas a comerão. Não comereis dele nada cru, nem
cozido em água, senão assado ao fogo; a cabeça com os pés e
com a fressura.
E nada dele deixareis até pela manhã; mas o que dele ficar
até pela manhã, queimareis no fogo. Assim, pois, o comereis:
os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o
vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a
Páscoa do Senhor.
E eu passarei pela terra do Egito esta noite e ferirei todo
primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos
animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos: Eu
sou o Senhor.
E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que
estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não
haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a
terra do Egito. E este dia vos será por memória, e
celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o
celebrareis por estatuto perpétuo (Êxodo 12.1-14).
Portanto, a ordenança do Senhor para a festa da Pascoal
pela libertação da escravidão do Egito passou a ser
comemorada anualmente:
Êxodo 23.14,15: Três vezes no ano me celebrareis festa.
Guardarás a Festa dos Pães Asmos; sete dias comerás pães
asmos, como te ordenei, ao tempo apontado no mês de abibe,
porque nele saíste do Egito; ninguém apareça de mãos vazias
perante mim.
E no capítulo 2.41 do Evangelho de Lucas, a palavra narra
que, que os pais de Jesus iam anualmente a Jerusalém para
a Festa da Páscoa.
A
CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA PELA LEI
O livro de Números, capítulo 9.1-5, diz: E falou o Senhor a
Moisés no deserto do Sinai, no segundo ano da sua saída da
terra do Egito, no primeiro mês, dizendo:
Que os filhos de Israel celebrem a Páscoa a seu tempo
determinado. No dia catorze deste mês, pela tarde, a seu
tempo determinado a celebrareis; segundo todos os seus
estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.
Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a
Páscoa. Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do
primeiro mês, pela tarde, no deserto do Sinai; conforme tudo
o que o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de
Israel.
A
ÚLTIMA PÁSCOA E A PRIMEIRA CEIA DE CRISTO
O Evangelho de Mateus 26.17-28, conta que no primeiro dia da
Festa dos Pães Asmos, chegaram os discípulos junto de Jesus,
dizendo: Onde queres que preparemos a comida da Páscoa?
Respondeu-lhes Jesus: Ide à cidade ter com certo homem e
dizei-lhe:
O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; em tua casa
celebrarei a Páscoa com os meus discípulos.
E eles fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a
Páscoa.
Chegada a tarde, pôs-se ele à mesa com os doze discípulos.
Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o
partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei;
isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e,
tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo:
Bebei dele todos. Porque isto é o meu sangue, o sangue o
sangue do Novo Testamento, derramado em favor de muitos,
para remissão de pecados.
A ordenança para a celebração da páscoa encerrou-se nesse
evento, sendo estabelecida a primeira ceia, pela
carne e o sangue do Senhor Jesus Cristo, em sacrifico vivo,
para nos remir de toda obra do pecado. Tendo o Senhor ainda
ordenado: Fazei isso em memória de mim.
A
PÁSCOA COMEMORADA HOJE
Em conformidade com a palavra de Deus, a páscoa que
se comemora hoje, tornou-se uma festa pagã, e não possui
vínculo algum com a Páscoa instituída por Deus ao
povo Judeu em comemoração a libertação da escravidão do
Egito. Também não se relaciona com a santidade da ceia que
foi constituída por Cristo em memória ao seu sacrifício.
O que o povo comemora então, se não uma festa de idolatria,
paganismo e simbolismo sem fundamento algum, como a aparição
do coelho e do ovo de páscoa, algo puramente direcionado
para fins comerciais, e ainda usando o santo nome do
Senhor em vão.
É preciso ter cuidado com essas coisas que não sabemos a
origem, coisas que tem aparência de santidade, mas que
subliminarmente é exaltação e veneração ao reino de satanás.
Vamos conhecer um pouco dessa história:
COMO
SURGIU O COELHO E DO OVO
Os celtas utilizavam o ovo nos rituais, pintavam os ovos e
os enterravam, pois consideravam o ovo símbolo de
renascimento. Daí veio a lenda dos ovos da páscoa, que
graças ao capitalismo se tornou uma forma de comércio com os
ovos de chocolate.
E utilizavam o coelho, como representação da
fertilidade, dai veio a origem do tão conhecido coelhinho da
páscoa.
O cristianismo (só de aparência) fez com a páscoa exatamente
como fez com o Natal, pegou uma data onde já havia uma
celebração existente, e criou uma nova história em cima para
que a antiga fosse esquecida.
Ate hoje Ostara, assim como os outros 7 sabbahs, é praticada
pelos Wiccans e seguidores do antigo paganismo.
Segundo os historiadores, a civilização Celta
teve sua origem numa área da Áustria, próximo ao sul da
Alemanha, donde se expandiu por toda a Europa, influenciando
toda em região através da cultura, das artes e da
lingüística.
Outra versão para a origem dos Celtas, diz que eles teriam
vindo do continente perdido de Atlântida, migrando para a
parte ocidental da Europa onde se desenvolveram.
A religião celta era rica em simbolismos e rituais e
baseava-se no culto a natureza e a deusa mãe, o que fez com
que a sociedade celta fosse esotérico-religiosa e
matriarcal.
Justamente esse povo celta que criou a fantasia do coelhinho
e do ovo de páscoa pelo simbolismo e rituais a deuses
estranhos.
Este estudo foi compilado
nos seguintes termos:
- Estudo na bíblia sagrada, versão revista e
corrigida tradução de João Ferreira de Almeida, Antigo e
Novo Testamento do Senhor Jesus Cristo.
PESQUISA NOS SITES:
- http://www.terraespiritual.locaweb.com.br/religioes/celta.html
Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo tu e a tua casa
(Atos 16.31).
texto retirado do site
www.cristoeaverdade.net
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